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Mostrando postagens com o rótulo Chile: Santiago

Santiago - Pucón com a Sky Airlines

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O Chile tem basicamente duas grandes empresas aéreas que cobrem as principais cidades do país e que competem entre si: a Lan, que agora está comprando a nossa TAM e que se equivale a essa empresa em termos de filosofia de serviço, e a Sky, que equivale a nossa Gol nas estratégias comerciais. Para os brasileiros que querem comprar suas passagens a partir do Brasil, a Sky é quase uma desconhecida, porque privilegia a venda direta no seu próprio site e, além disso, acaba restringindo a compra das tarifas mais baratas a cidadãos chilenos ou nas operações feitas dentro do próprio Chile. Apesar de todos os pesares, por questões de conveniência de horário e preço, decidi comprar nossas passagens para ir até Pucón pela Sky. Fiz a compra aqui pelo Brasil, com agência de viagem, e acabei morrendo com uns R$ 80 reais a mais de comissão do agente, porque nem eles (nem eu) sabiam que a Sky não paga comissão a intermediários. No fim da história acabou saindo bem caro: cerca de R$ 600 por pesso...

Mais fotos de Viña

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Embora não tenha gostado tanto de Viña pelos motivos pelos quais fomos para lá, como contei no post anterior, tenho que reconhecer que a cidade é bem fotogênica. Seguem mais algumas "instantâneas" da cidade...

Viña del Mar

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Viña del Mar foi, de certa forma, uma decepção mim e para a Gisele. Quando viajamos ao Chile na virada do ano em que ficamos noivos, pretendíamos incluir numa viagem só praia, neve, floresta, o velho, o novo, campo, cidade... Foi justamente no quesito praia , que seria o papel de Viña de satisfazer, que nossos planos não deram tão certo. Logo que chegamos à cidade e nos dirigimos ao hotel, um Best Western próximo da estação rodoviária e da estação de metrô, bem ao lado da larga rodovia que leva a Valparaíso, achamos tudo muito muvucado, meio sujo e sem nada de especial. De fato, a cidade é dividida em duas partes pelo "rio" Marga Marga (na verdade um leito quase seco, que inclusive é usado como estacionamento). Do lado em que estávamos, mais ao sul, fica o centro comercial, a igreja matriz, um bairro de casas luxuosas no alto de um morro, a Quinta Vergara, etc. Mas tudo por ali parece mais com o centro de uma praia brasileira, naquela alta temporada em que é gente por ...

Valparaíso - parte III

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Caminhando meio que sem rumo por Valparaíso não é difícil perceber como a cidade tem um ar de decadência. Muitos dos casarões luxuosos de antigamente que não foram aproveitados como centro de exposições, restaurante ou hospedagem estão abandonados, com vidros quebrados e até mesmo com lixo em seu pátio. Na parte baixa da cidade, onde ficam os prédios públicos, tudo tem cara de que parou há uns 80 anos atrás e hoje não parece haver muito sentido numa concentração tão grande de serviços públicos, comércio e poder num lugar como aquele. Muitas das pessoas que conhecem a cidade acabam não gostando do lugar, justamente por essas questões, mas outras tantas, como eu, conseguem enxergar naquilo tudo um lugar diferente para se conhecer. Não posso deixar de recomendar um passeio com mais calma à cidade, porque realmente a achei muito diferente de outras tantas. Para quem fica mais alguns dias na região, Valparaíso pode ser um bom ponto de partida para a terceira casa de Pablo Neruda...

Valparaíso - parte II

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Algumas coisas para se fazer e conhecer em Valparaíso: - Subir e descer nos ascensores : há mais de uma dúzia de ascensores interessantes em Valparaíso, alguns com vista de cartão-postal. Nenhum custa mais do que alguns centavos, mas também não leva mais do que uns dois minutos para terminar o trajeto. Embora o programa pareça sem graça para quem não conhece, só estando lá e sentindo o medo que se sente de entrar num equipamento velho e aparentemente mal conservado, subindo com uma barulheira aqueles morros e operado por um tiozinho bem despreocupado, para entender do que estou falando. O mais famoso de todos é o ascensor Artillería, quase no extremo sul da cidade, a umas quatro quadras do porto. - Museu Naval : no alto do Cerro Artillería, justamente no ascensor mais famoso, fica o museu naval chileno. É um lugar bem interessante para quem gosta de história, armas de guerra ou de navios, porque mostra bastante coisa da época da independência do Chile (houve uma guerra contra os e...

Valparaíso - parte I

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A maioria das pessoas que quer conhecer Valparaíso faz isso num passeio de bate e volta a partir de Santiago, por sua própria conta ou em excursões organizadas. A distância de 132km não demora mais do que duas horas para ser percorrida tanto na ida como na volta, mas querer incluir num dia só Valparaíso e Viña del Mar, cidade quase colada a ela, é um pouco corrido demais e pode significar apenas uma visão superficial dos cartões-postais das duas cidades. Na primeira vez que fui, com minha mulher, programos duas noites num hotel em Viña, bem próximo à estação rodoviária e ao metrô, para poder conhecer as duas cidades com mais tempo e quem sabe até pegar uma praia. Na outra vez, com os guris que foram ver o jogo comigo, fizemos o bate e volta de que falei acima. Valparaíso e Viña são como cidades gêmeas, numa só região metropolitana (há metrô entre elas, inclusive). Em "Valpo", como se fala abreviadamente o nome da cidade, fica o porto (não há praias), o Congresso Nacion...

Cerro Sta Lucía e arredores

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Ao contrário do que muita gente imagina antes de ir para Santiago, inclusive eu, a cidade é bem plana, embora seja rodeada de montanhas. Há apenas duas elevações significativas no meio da cidade: o Cerro San Cristobal, onde ficam o zoológico, o santuário da Virgem, o Parque Metropolitano, o funicular e o teleférico, e o Cerro Santa Lucía , bem menor, mais na região central da cidade. O Cerro Santa Lucía era um morro rochoso sem quase nada em cima, até que o Prefeito McKenna, ainda no século XIX, providenciou a construção de um grande parque urbano, bem ao estilo da época. Fez do lugar uma sequência de pátios, fortes com torres que servem como mirantes, fontes d'água, chafarizes, jardins com plantas exóticas e o próprio mausoléu, onde está enterrado até hoje, tudo interligado por escadarias (existia um elevador ao estilo "torre Eiffel", mas está desativado). Esse mesmo cerro aparece no livro de Charles Darwin, "The Voyage of the Beagle", onde o naturalist...

Providencia, Vitacura e Las Condes

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Os bairros mais ricos da zona norte de Santiago, respectivamente a Providencia, Vitacura e Las Condes, não têm tantas atrações turísticas para quem busca museus, prédios históricos ou vinícolas, mas são um bom lugar para entretenimento cultural e compras. A cidade, naquela parte, parece com qualquer grande cidade americana, com prédios espelhados altíssimos, escritórios de empresas multinacionais, grandes shopping centers e parques com gramados verdes a perder de vista. O metrô não chega além da Escola Militar (prédio acima), e por isso é preciso usar táxi ou ônibus para circular na maior parte de Vitacura e Las Condes. Em duas das três vezes em que estive em Santiago dei uma passada no Parque Arauco , que parece ser o shopping mais interessante da cidade, com uma praça de alimentação do lado de fora (quase nunca chove por lá mesmo...) e um andar inteiro só com coisas para casa, na parte mais alta do lugar. Para quem tiver estômago, há um "estilingue humano" do lado de...

Mercado Público de Santiago

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O Mercado Público em Santiago é um dos mercados mais legais em que já estive. Embora as opções de restaurantes sejam um pouco restritas, porque o tal de "Donde Augusto" tomou conta da maioria absoluta dos espaços disponíveis para locação, praticamente monopolizando o atendimento, há bastante bancas vendendo de tudo um pouco, especialmente frutos do mar. No dia em que estive lá pela primeira vez, quando fui ao jogo do Grêmio, o pessoal sabiamente seduziu os turistas brasileiros colocando bandeiras do Grêmio e saudações aos torcedores em vários lugares. Quando a pessoa senta numa mesinha daquelas, os garçons sempre tentam a todo custo convencer o cliente a pedir a tal de centolla , um crustáceo meio lagosta, meio caranguejo, que custa pelo menos R$ 100 para dois comerem. Apesar dessa forçação de barra, dá para escolher coisas bem mais baratas. O prato mais típico do pobre chileno, como o próprio nome já diz, é o "lomo a lo pobre". O troço é para profissionai...