De Mostar a Dubrovnik
Os ônibus da Bósnia e da Croácia geralmente não asseguram os lugares marcados, embora ninguém fique de pé. Mas, para não perder o melhor da paisagem ou mesmo fugir do sol, o ideal é ser um dos primeiros a entrar para escolher onde ficar. Foi o que aprendemos logo nos primeiros dias de viagem e, por isso, sempre nos organizávamos de modo que dois subissem direto enquanto outros dois ficassem para colocar as bagagens no maleiro (ah, não dá para esquecer da verba extra que se deve pagar por cada mala ou mochila guardada no bagageiro, de cerca de 1 euro por peça). Assim que o ônibus saiu de Mostar, o que vi pela janela foram vários prédios ainda destruídos no meio do campo, principalmente sobrados de gente que trabalha em pequenas propriedades. Um ambiente bem triste, mas bonito. Há alguns vinhedos na região e começam a surgir prédios mais novos, de depois da guerra, como concessionárias de veículos, atacados e lojas de móveis nos arredores da cidade. Outra coisa que me chamou a atençã...