29/11/2012

Passeios em Lisboa – Parque das Nações (parte 1)


Um dos melhores passeios a serem feitos por quem está de passagem por Lisboa, seja a primeira ou quinta vez na cidade, é curtir a região conhecida como Parque das Nações, às margens do Tejo, mas no extremo oposto da cidade, em relação a Belém.

Essa região estava bastante degradada até o final dos anos 90, quando foi revitalizada para a realização da Exposição Mundial de Lisboa, em 1998, que teve como temática os mares do mundo. Foram construídos imensos pavilhões, uma nova estação de trens e metrô, um amplo calçadão para caminhadas e esportes, um teleférico com vista de tudo isso e uma torre, bem ao lado da nova ponte que passou a ligar a capital portuguesa ao sul do país. Ah, além de tudo isso, a joia da coroa: o Oceanário de Lisboa.

O lugar é bastante diferente do resto da cidade, porque foi todo concebido a partir de uma arquitetura moderna. A renovação do local atraiu também bastante hotéis, voltados a um público mais executivo do que turístico, comércio (há um grande shopping center bem em frente à Gare do Oriente) e muitos restaurantes e barzinhos. É um Puerto Madero portenho ainda melhor e mais amplo, digamos assim.



O Parque das Nações é relativamente distante do centro antigo da cidade, mas é facilmente acessível por metrô ou por trens metropolitanos. Para quem está chegando à cidade ou indo embora pelo aeroporto, não poderia ser mais fácil: são apenas 5 minutos de táxi entre a Gare do Oriente e o Terminal de Passageiros do Aeroporto.

Na segunda vez em que estive por lá, fiz questão de me hospedar por ali mesmo, dadas essas facilidades. Foge-se um pouco das grandes concentrações de turistas e se aproveita o que a cidade tem de melhor, juntamente com a população local. Ah, e como os hotéis geralmente são de redes conhecidas, consegue-se preços bons por acomodações relativamente mais novas e padronizadas, inclusive com vista para o Rio Tejo.

Aquele que é propagandeado como o maior outlet da Europa, o Freeport, em Alcochete, é facilmente acessível por vans que saem da região da Gare do Oriente e que, depois de atravessar a ponte Vasco da Gama, deixam o turista no complexo de compras (são cerca de 20km).



A dica, por ali, é chegar na metade da tarde, conhecer alguma das atrações e depois dar uma caminhada pelos calçadões até a hora que der fome ou sede, para então aproveitar algum dos restaurantes. Há bicicletas e patinetes para alugar e, algumas vezes, até mesmo aqueles aparelhos moderninhos (que sempre esqueço o nome) onde a pessoa fica de pé e aciona o motor simplesmente com a força do corpo. 

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