07/09/2008

Paris - Quartier Latin

Já eram pouco mais de 11h da manhã quando decidimos comprar algumas baguetes, uns queijos e um vinho para fazer nosso almoço ao ar livre, no parque dos Jardins de Luxemburgo. O tempo havia melhorado e compramos as coisas ali por perto do Pigalle mesmo.

Pegamos um metrô até a estação mais próxima do Palácio de Luxembourg, o antigo Senado francês. Entramos no parque e catamos um banco e umas cadeiras que havia ali por perto para montar nosso piquenique do meio-dia.
É impressionante, mas por mais barato e comum que possa parecer um queijo local ou um vinho francês, sempre são muito bons. Foi uma das melhores refeições que fizemos, com ares bem típicos do país no qual estávamos há alguns dias.
Depois de comer, demos umas voltas pelos jardins, para conhecer os pontos mais famosos, onde existem fontes e esculturas.
Em seguida, fomos para os lados do Panthéon, que pode ser visto de dentro dos jardins. Em frente a ele, fica a famosa Faculdade de Direito da Sorbonne. O pessoal não resistiu a entrar lá, nem que fosse para usar o banheiro, e dar uma olhada no quadro de disciplinas para ver qual é a diferença em relação à nossa UFSM aqui, hehehe.
Parados ali na frente do Panthéon, ficamos pensando se valia a pena ou não pagar os 6 euros de ingresso para entrar lá dentro. Foi só ler o que havia de atrações que não tivemos dúvida. Mais uma vez, como já ocorrera em outras atrações, eu e o Diego sempre pagávamos uns 30% a menos do que os demais por termos apenas 25 anos (maior de 26 para tarifa integral sempre).
Dentro do Panthéon, estão enterrados quase todos os maiores cidadãos da França em todos os tempos. Os principais filósofos e escritores do período do Iluminismo (Rousseau, Voltaire, etc), ex-presidentes, dramaturgos (Vitor Hugo, etc) estão todos lá, em criptas localizadas no subterrâneo do panteão.
Na parte ao nível do solo, fica o famoso pêndulo de Focault, uma grande esfera presa a um cabo de aço que está ligado à cúpula do prédio, servindo o seu balanço como prova exata da rotação da Terra.
Além dessas atrações, o lugar guarda várias esculturas e outras referências aos principais fatos da história do país após o absolutismo, principalmente ligados à Revolução Francesa.

A vista da cúpula também é muito bonita, como provam essas fotos.
Depois da visita, percebemos que o céu estava se abrindo e o sol finalmente aparecendo de forma convincente. Decidimos, então, que chegara o momento de subir na Torre Eiffel.

Como estávamos no Quartier Latin, entretanto, combinamos que antes passaríamos a igreja do Sant-Sulpice, uma das mais importantes na trama do Código da Vinci.
A igreja estava em reformas do lado de fora, boa parte coberta por tapumes e redes de proteção. Do lado de dentro, confesso que ninguém lembrava exatamente qual era o mistério que envolvia a igreja, só mais ou menos recordando que tinha algo a ver com a linha que a atravessa e que marca os solstícios e equinócios, com base na iluminação do sol.

Um comentário:

david santos disse...

Excelentes imagens...
Parabéns.