10/09/2008

Paris - Torre Eiffel e o Pompidou


Assim que saímos da Sant-Sulpice, tratamos de pegar o metrô até a estação mais próxima à Torre Eiffel, pelo lado do Trocadero, que dizem ser o de melhor visão da torre.

Bastou começar a nossa viagenzinha de metrô que o tempo voltou a ficar fechado, com nuves que não davam nenhum sinal de que sairiam do céu em pouco tempo. Como já estávamos a caminho (e afinal, era nosso quarto dia na cidade), não desistimos e nos mantivemos no propósito de subir até o terceiro andar naquele dia mesmo.

A visão do grande monumento é realmente impressionante. A maioria das pessoas não tem idéia de como é alta. Embora um pouco perturbados pelos ciganos pedindo dinheiro no Trocadero, foi dali que tiramos a maioria de nossas fotos com o cartão postal ao fundo, inclusive algumas filmagens.
Atravessamos a pé a distância até a base da torre, onde só então pudemos ver o tamanho da fila para os elevadores. Ficamos cerca de uma hora até conseguir comprar os ingressos (11,50 euros por cabeça, até o 3º andar) e mais uns 15 minutos na ante-sala do elevador.
A subida é rápida. Nem paramos no segundo andar, onde se troca de elevador, e já emendamos até o topo. Como é panorâmico, vai se tendo a sensação de ver a cidade cada vez menor lá embaixo.

Muito engraçado é ver um aviso de "cuidado com batedores de carteira (pickpockets)" dentro do elevador, como em várias atrações da Europa.

Quando chegamos no topo, não havia tanto vento e, apesar de nublado, conseguimos tirar umas fotos bem legais da vista toda.

Há quem diga que não vale a pena subir lá em cima e que a vista é quase a mesma do segundo, mas acho muita pão durice não gastar uns eurozinhos a mais, já que está ali, para chegar ao melhor ponto de observação da cidade. Só lá de cima é que se percebe como tudo é muito uniforme e bem planejado em Paris. Com exceção da Tour Montparnasse, totalmente deslocada e feia no contexto da cidade, os prédios parecem todos harmônicos entre si, quase sempre com a mesma cor, tudo entrecortado por avenidas cheias de árvores. Legal mesmo. Não tenha medo do clichê e suba!

Existem algumas mostras sobre como a torre foi feita (há mais de 100 anos atrás) e um ponto de observação coberto, imediatamente abaixo do terraço do terceiro andar.

Depois de descansar um pouco lá em cima, descemos para pegar o metrô de volta ao albergue. No entanto, o Marcelo e o Rafael nos convenceram a ir com eles até o Museu de Arte Moderna do Georges Pompidou, uma das atrações mais visitadas na cidade, mas que não estava nos nossos planos.
Não sou fã de arte que não entendo muito e passei olhando as coisas sem achar muita graça em nada. Um amigo meu que já esteve lá e que entende mais dessas coisas disse que achou tudo meio "parado na década de 70".
Eu e o Diego saímos mais cedo que os outros e ficamos esperando na praça ao lado, cheia de gente sentada no chão, bebendo cerveja, ouvindo outros tocarem violão.

Quando os demais saíram, arranjamos um lugar para comer uma massa logo ao lado.

Para a nossa indignação, o sol se abriu e o céu estava azulzinho, azulzinho, como queríamos que estivesse duas horas antes, enquanto estávamos na Torre. Mas, azar!

Um comentário:

Ricardo Pacheco disse...

Só um comentário: ver Paris do topo da Torre Eiffel é fenomenal... baita cidade linda pra caramba! E recomendo andar por aquela praça próximo da Torre pra tirar fotos típicas de turista "segurando" ou "empurrando" a torre hehehe É divertido! Pelo menos garante várias risadas durante as fotos...