05/09/2009

Domingo de manhã vazio


Com nossas coisas na custódia do albergue e a possibilidade de fazer check in só perto do meio-dia, decidimos aproveitar a manhã de domingo para conhecer o centro de Salta.

A caminhada até a praça central, onde se concentram a maioria das atrações da cidade, é bem mais longa do que anunciam as propagandas do albergue, mas nada que mate alguém. No caminho, já fomos cuidando a localização de agências de turismo e locadoras de veículos - todas fechadas àquelas horas - para voltar mais tarde e já acertar passeios para os próximos dias.

O frio da manhã já estava diminuindo, mas não passava de uns 8°C. As ruas, ainda completamente vazias, só viam algum movimento de garis, de gente recolhendo mesas e de cachorros de rua - muitos cachorros de rua.
A Plaza de Armas da cidade, nosso primeiro objetivo, já revelou algumas das maiores belezas da cidade. O Cabildo (antiga prefeitura da cidade) é esse bonito prédio colonial todo cheio de arcos brancos que aparece na foto acima.

Alguns passos mais adiante, em direção ao outro lado da praça, e já se está na frente da Catedral de Salta, toda cor de rosa, recém abrindo as portas para uma das muitas missas de domingo de manhã.
Perdemos alguns minutos localizando algumas outras atrações, como o museu onde estão as famosas múmias encontradas em quese perfeito estado de conservação numa montanha da região, para poder voltar à tarde.

Com o frio que estava, decidimos entrar numa cafeteria para um segundo café da manhã e para poder estabelecer um roteiro a ser seguido.

Depois do café, começamos a ver algumas locadoras de veículo abertas e fomos entrando e perguntando preços e opções. Para nosso espanto, tudo indicava que seria quase impossível alugar um carro, mesmo sendo os próximos dias segunda e terça - teoricamente de menor movimento.

A duas quadras do centro, está a igreja mais bonita de Salta, a Iglesia de San Francisco. É toda vermelha e tem uma torre tão alta que é preciso muito malabarismo para tirar uma boa foto - além do risco de ser atropelado na rua de onde a vista é melhor.
Outras duas quadras adiante, na mesma direção que tomamos para chegar até ali, e já estávamos na frente do antigo Convento de San Bernardo. Ao contrário das igrejas pelas quais passamos naquela manhã, essa era a única atração que estava fechada para visitação. Por uma placa, lemos que só abrem de vez em quando e que também produzem alguns alimentos para vender a turistas. Ficamos só com a foto do lado de fora.

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