10/08/2011

Ile de la Cité


No domingo de manhã, com a cidade bem mais tranquila do que o normal e um clima perfeito para passeio, fomos de metrô até o Hotel de Ville (a Prefeitura, e não um hotel!) e caminhamos até a Île de la Cité, onde Paris começou, 2000 anos atrás.

Eu já tinha conhecido a região em 2007, mas fiz questão de mostrar tudo o que tinha de melhor e ainda aproveitar para conhecer um prédio específico que não tinha visto naquela vez: a Conciergerie, local que foi a morada dos reis da França até o século XIV e que depois, de 1790 em diante, serviu de prisão a alguns dos personagens da Revolução Francesa, como a rainha Maria Antonieta e Robespierre.

Começamos pela Catedral de Notre Dame, que estava ainda mais legal por dentro com a iluminação dos vitrais.


A fila para subir na torre, mesmo àquela hora da manhã, desencorajou-nos a ver de perto as famosas gárgulas que a catedral tem no seu telhado.

Senti falta da feirinha de produtos artesanais ali na frente, que anos antes havia me proporcionado um dos melhores croissants que já comi...

Dali, fomos para a parte onde fica o Palácio da Justiça e a Sainte Chapelle. No primeiro, só se entra em dias de expediente, e a serviço, não a passeio. Na segunda, é possível comprar um ingresso conjugado para visitar com a Conciergerie.


Uma parte da Sainte Chapelle estava em reforma, com alguns andaimes e tapumes bloqueando a visão do altar.

Na Conciergerie, que era novidade para mim, pegamos alguns folhetos para entender a história do lugar e fomo seguindo o roteiro sugerido.

Quase tudo por ali foi reconstruído para as comemorações referentes aos 200 anos da Revolução Francesa, mas nada mudou muito de lá para cá. Pode-se visitar o pátio onde as mulheres presas podiam tomar banho de sol, a cela onde Maria Antonieta ficou presa, as salas dos guardas, outras em que alguns presos foram interrogados.

Logo na entrada, uma das partes mais interessantes é a sala das pessoas das armas, com uma inifidade de colunas ligadas por arcos umas às outras, preservando o que era a entrada do antigo palácio real.

Os passeios nessa parte da cidade tomaram toda a manhã de domingo e quando vimos já estava na hora de almoçar. Ficamos por ali mesmo, num bistrô próximo ao Palácio de Justiça, que servia um daqueles menus sopa + prato do dia + sobremesa, além de uma taça de vinhozinho, e não nos arrependemos. A sopa de cebola (??!!) para mim valeu a refeição...

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