08/02/2012

Shopping centers em Bangkok

O centro novo da cidade de Bangkok, que pode ser considerado como a região ao redor da Siam Square (exatamente onde se cruzam as duas linhas do SkyTrain BTS) é marcado pela presença de vários shopping centers gigantes, alguns deles bastante modernos, além de lojas de departamentos e outros centros comerciais menores.

Como são shoppings com perfil e público alvo diferente um do outro, vamos ao que cada um tem como diferencial:

- MBK Center: é um shopping um pouco mais antigo, com 7 andares e ligado à estação National Stadium do SkyTrain BTS. Fica ao lado da Siam Square propriamente dita e é o mais movimentado de todos. Nele, o que se vê é um verdadeiro pandemônio de lojas formais de tudo quanto é tipo e tamanho, setorizadas por andar (um andar para eletrônicos, outro para roupas masculinas, outro para esportes, etc.) , mas sempre disputando espaço com banquinhas que, apesar de estarem dentro de um shopping, mais parecem camelôs. O lugar poderia ser resumido quase como uma 25 de Março vertical. Até o banheiro do lugar é pago (2 baht, ou 11 centavos), independentemente se for homem ou mulher ou o que for fazer). De regra, o que observei é que as lojas formais, com produtos de marca, são aquelas que ocupam os espaços tradicionais e, por isso mesmo, têm preços bastante semelhantes aos dos demais shoppings. Nas banquinhas, há muito produto falsificado e as mesmas coisas que se encontram em mercados de rua. Para comer, as opções são bem mais restritas dos que nas vizinhanças e o cheiro do lugar, que é meio apertado, tira a fome de qualquer um. Em resumo: se estiver precisando comprar lembrancinhas baratas, se estiver buscando falsificações ou eletrônicos de origem duvidosa, mas não estiver a fim de ir até um mercadão de rua, esse é o lugar. 

- Siam Paragon: na esquina exatamente oposta ao MBK está o Siam Paragon, que é um shopping gigantesco voltado a marcas de luxo. Até mesmo carros e motos, de marcas como BMW, Porsche, Lamborghini e outras tantas estão por ali. Não cheguei e entrar nesse, mas só pelo que vi e li a respeito, vi que não era lugar para mim, hehehe.

- Central World: é o maior e mais variado de todos os shoppings de Bangkok, bastante moderno, com muitas opções de restaurantes. Fica entre a meio caminha das estações Chidlom e Central do SkyTrain. O hotel Grand Centara, famoso pelo Red Sky Bar, que fica no seu 56º andar, faz parte desse imenso complexo, que também inclui centros de convenções e escritórios para aluguel. Logo que foi lançado, o lugar se chamada World Trade Center e tinha só 8 andares, mas depois de 2001 ficou meio complicado manter esse nome e reabriu como Central World após três anos de ampliações e reformas. Em 2010, experimentou outro problema: chegou a ser invadido por “camisas vermelhas”, um grupo de oposição ao governo que, entre outras façanhas, também bloqueou o aeroporto internacional. Ali, se encontra de tudo – desde material esportivo, eletrônicos, lojas de departamentos, lojas de design e de moveis para casa, até dois andares de praças de alimentação e um supermercado. Os preços não são maiores ou menores do que muita coisa que se vê aqui no Brasil, com exceção de produtos como os da Apple (que aliás sempre são mais baratos no exterior do que no Brasil). Por termos ficado nas proximidades quando chegamos na Tailândia e no próprio hotel do shopping nos dois dias antes da volta, acabou sendo o shopping que mais visitamos e melhor conhecemos, inclusive tendo feito pelo menos umas três refeições por ali. Há muita comida japonesa, uma boa variedade de comida tailandesa, alguns italianos e as lanchonetes de redes internacionais. 

- Gaysorn: fica do outro lado da avenida, em frente ao Central World (pode-se inclusive usar as passarelas por baixo do SkyTrain para ir de um ao outro, sem precisar descer ao nível da rua) e também ao lado de um hipermercado, o Big C. Esse shopping também é voltado a marcas de luxo, como o Siam Paragon, mas é bem menor e centrado em marcas de roupas e acessórios, além de joalherias. Entrei nele sem saber que era tão “exclusivo” e fiquei até me sentindo meio errado lá dentro, porque é daqueles lugares que sequer colocam os preços na vitrine e onde os vendedores nem fazem questão de se mover se veem alguém entrando com cara de que não vai comprar nada. Curiosamente (ou não), só vi ocidentais indo e vindo pelos corredores.

- Central: a Central é a rede de lojas de departamentos mais famosa da Tailândia e, segundo ela mesma diz, conhecida mundialmente. Há filiais em várias cidades do país, inclusive em Phuket, além de outras em Bangkok. A que conheci foi a de Chidlom, a uma quadra do Gaysorn, conectada à estação Chidlom do SkyTrain. De fato, o lugar é bem legal e bastante variado. Foi lá que compramos uma mala nova para substituir a da Gisele, que levou uma pancada já na saída do Brasil e ficou com a haste presa. Compramos também algumas coisas para ela e para mim, mas vale a pena pesquisar bastante as marcas que tem preços mais em conta, porque em algumas coisas vi preços mais altos do que no Brasil. O último andar guarda uma grata surpresa em matéria de comida: uma área em que o cliente recebe uma comanda ao entrar e pode pedir comidas internacionais de tudo quanto é lugar. Tem comida grega, italiana, francesa, japonesa, mexicana, tailandesa, chinesa, sobremesas, bebidas, num ambiente bem moderninho e com música – tudo a preços bem razoáveis.

Além desses lugares todos, como eu disse no início, há centros comerciais menores, como o Amarin Plaza (ao lado do lugar sagrado de Erawan, que vive cheio de fieis e tem danças típicas à noite) e outros tantos em Lumphini e Sukhumvit.

Um comentário:

Anônimo disse...

Obrigado por postar,quero comprar uma laptop,sera q vale a pena?