23/08/2008

Paris - Champs-Elysées e Marais

Depois de umas duas horas em função da visita ao Arco do Triunfo, descemos e decidimos dar uma caminhada pela avenida mais famosa da cidade.

Já estava quase totalmente escuro, por isso as luzes estavam todas acesas. Não havia tanto movimento quanto imaginei, o que tornou o passeio pela Champs -Elysées bem agradável.

A avenida é cercada das lojas das marcas mais famosas do país. A maioria dos prédios não sofre alterações há mais de 3 décadas, mas todos são muito bem conservados. As calçadas são bem largas e as árvores rigorosamente alinhadas, fazendo dela o melhor exemplo de um típico boulevard.

Como nem tudo é perfeito, conseguimos encontrar um mendigo dormindo bêbado num canto da calçada, solenemente ignorado pelos passantes.
Só olhamos vitrines na maioria das lojas, mas aproveitamos para entrar na FNAC. Os preços são muito em conta, principalmente nos eletrônicos mais modernos. Quem tem disponibilidade e vontade de comprar, vale a pena. Na época, o que mais chamava a atenção eram os preços dos notebooks menores e os HDs portáteis. Nós só compramos dois adaptadores de tomada ali, por uns 8 euros, hehehe...
Outro lugar onde entramos foi a loja da Peugeot. Havia uma exposição de carros com a temática da preservação ambiental - protótipos de carros movidos a hidrogênio e outros combustíveis naturais.
Caminhamos até a estação George V e pegamos o metrô de volta ao albergue, com o objetivo de deixar as máquinas em casa, tomar um banho e sair para jantar fora. Era sexta e, se rolasse alguma coisa, já estaríamos prontos.
Nessa primeira noite, de cara descobrimos que Paris não é um lugar muito bom para se sair à noite. Primeiro, temos que reconhecer que erramos feio presumindo que o pessoal jantaria tarde. Havia muita coisa fechada já às 23h30, e tivemos que andar bastante para decidir parar num lugar onde acabamos comendo umas pizzas.

Depois de um reconhecimento na região do Marais, paramos num barzinho só para tomar uns chopps. Enquanto estivemos ali bebendo, pudemos ver com os próprios olhos o porquê da fama de Paris como uma cidade para os gays. Vimos casais gays de todos os tipos possíveis, desde aqueles caras fortões e peludos usando uns negócios de couro abraçadinhos um no outro até os mais afeminados. Algumas lésbicas, embora minoria, podiam ser vistas também.

Lá pelas 2h da manhã, cansados e não muito motivados a encontrar nada por ali, chegamos no albergue. Voltamos para uma boa noite de sono, depois de umas 13 horas de avião e das primeiras horas na cidade.

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