21/06/2011

Seguindo viagem

Na nossa segunda noite em Atenas, decidimos ir jantar na região de Monastiraki, já que, durante o dia, vimos por ali uma série de barzinhos e restaurantes cheios de gente, um ao lado do outro. Um lugar como aquele certamente estaria em movimentado até altas horas.

Saímos do hotel em direção àquela parte da cidade e demos algumas voltas antes de nos decidirmos. No final das contas, um restaurante que prometia atendimento e menu em espanhol foi o que acabou nos convencendo a entrar.

Diferentemente da noite anterior, em que nos dedicamos a experimentar os pratos típicos (moussaka, souvlaki, etc.), dessa vez pedimos uma variedade de mezes (comidinhas tipo tapas) para comer com uma cerveja local. Experimentamos vários tipos diferentes de queijos, alguns levemente assados numa grelha sobre a brasa – muito bons. Comemos azeitonas de vários tipos, umas salsichinhas, carninhas grelhadas, moluscos na vinagrete e por aí vai.

Com relação à cerveja, além das marcas europeias onipresentes (Heineken, Amstel, Carlsberg), a maioria dos restaurantes oferecem as duas maiores cervejas nacionais: a Mythos (mais famosa) e a Alfa. Ambas são muito boas, são claras e leves (o foco delas é o turista do verão grego), mas não são tão aguadas como as nossas cervejas mais comuns.

Muito satisfeitos com a escolha, voltamos para o hotel, para descansar e seguir viagem na manhã seguinte.

No domingo de manhã, o tempo estava bem melhor que no dia anterior. A Acrópole, ainda mais bonita do terraço onde se toma o café da manhã no hotel.
Por volta das 9h30, saímos pelas ruas quase vazias e pegamos um metrô também quase deserto (bem diferente da chegada) até o aeroporto internacional, de onde viajaríamos para Santorini com a Aegean Airlines – um voo de apenas 50 minutos, por pouco mais de 100 euros por pessoa ida e volta.

Tomamos um susto com a franquia da bagagem: apenas 17kg por pessoa. Mesmo assim, não precisamos pagar nada extra, porque o peso foi somado para o casal. Colocamos algumas coisas mais pesadas na bagagem de mão e fomos para o embarque.

Na Grécia, mesmo em voos domésticos, a proibição de viajar com líquidos de mais de 120ml existe e é rigorosamente fiscalizada. Vimos muitas pessoas à nossa frente e ao nosso redor tendo xampus, cremes e garrafas de água sendo jogadas fora pelos fiscais, inclusive um caso esdrúxulo em que uma pessoa tentava argumentar que o seu vasilhame, que era de 125ml, não estava completamente cheio, mas que mesmo assim teve o bem confiscado e jogado fora.

Sem atraso, decolamos e começamos uma bela viagem, num dia quase sem nuvens e com o mar bem azulzinho.

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