03/10/2008

Paris - comida



Nos seis dias e cinco noites em que ficamos em Paris, comemos de tudo um pouco. As melhores lembranças que tenho da cidade com relação a isso, no entanto, são as coisas mais típicas deles mesmo.

Os croissants franceses tipicos são realmente muito bons. Vale a pena catar uma feirinha ou uma padaria típica para comer e ver o que é um croissant de verdade - para não ficar achando que essas massas de pão enroladas que vemos por aqui são croissant.

Tem uns doces chamados éclairs, que são tipo umas bisnagas doces recheadas com creme ou com algo com chocolate, vendidas em quase tudo que é canto - mas só as recém feitas e de padarias de verdade (não lancherias) é que são realmente bons.

Houve um almoço em especial no qual comemos uma refeição bem completa, com salada mediterrânea, um quiche de legumes e uma carne como prato principal, com um molho muito bom, acompanhada de um vinho (nacional!) - por cerca de 12 euros - que foi a melhor refeição que fizemos lá. Tudo isso a uns poucos passos da Assembléia Nacional e do Musée d' Orsay, na Rive Gauche. Foi só sair do circuito turístico óbvio que já encontramos achados como esse.

Na própria região da Bastilha (já comentei isso em outro post) comemos certa noite num restaurante tailandês, também muito bom, por um preço bem em conta; uma janta diferente e de lamber os beiços.

Se você ficar só ao redor dos museus e dos pontos mais conhecidos, vai passar a base de sanduíche e de uns menus turísticos bem ruinzinhos. Tente sair para lados menos movimentados que a recompensa vem.

Há, evidentemente, uma certa dificuldade com relação à língua na hora de ir para um lugar menor, mas com paciência tudo se entende (teve uma vez que não havia Cristo que me fizesse entender que o que a garçonete queria saber era como eu queria a carne - se bem ou mal passada -, mas tudo se resolve).

Para os mais preguiçosos, há, como em tudo que é lugar na Europa, dezenas de lancherias de rede por todos os cantos (só que às vezes com letreiros dourados mais discretos e chiques) e os famosos kebabs, um em cada esquina.

Agora, se o seu objetivo é um tour culinário de verdade, aí o melhor mesmo é partir para o interior do país, segundo dizem.

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