22/10/2008

Primeiras voltas em Estocolmo



Saudações aos que sentiram a falta de posts nos últimos dias!

Estou de volta com os relatos sobre meu segundo mochilão à Europa, continuando com dicas e histórias da minha passagem pela Suécia.

Bom, retomando... logo depois de ajeitar as coisas no albergue, tratamos de dar uma circulada pelas redondezas para encontrar a lojinha de conveniência que diziam ficar próxima. Encontramos o Seven Eleven logo depois da pracinha ao lado do albergue e foi ali mesmo que tratamos de encontrar alguma coisa para comer. Já eram cerca de 21hs e, embora o sol ainda estavesse alto, tínhamos que jantar alguma coisa.

Acabamos comprando umas bandejinhas de comida já pronta, que era só aquecer no micro-ondas e mandar brasa. Tinha de strognoff, de carne, de massa e por aí vai. Acabamos nos valendo dessa opção no dia seguinte também, de bom que era.

Logo nas primeiras caminhadas ao redor do albergue já percebemos como a Suécia é diferente, inclusive nos pequenos aspectos. Todo mundo respeita o sinal de pedestre, mesmo que não haja um carro sequer na rua (como geralmente acontece). Não se vêem pichações (pelo menos no centro da cidade), nada de lixo nas ruas e são poucos os lugares autorizados a vender bebidas alcoólicas. Até para telefonar a cobrar tem que pagar umas moedinhas!

Mais tarde, ainda naquele primeiro dia, empreendemos nossa primeira saída à noite em Estocolmo. Ainda volto a falar mais sobre o assunto, mas tinha lido a respeito e descobri que a coisa é bem cheia de nove horas por lá. Não é com qualquer roupa que se entra nos lugares e conforme o humor dos porteiros, pode-se ficar de fora de um bar ou boate sem motivo aparente.

Informamo-nos e soubemos que o melhor lugar para sair no Norrmalm, região onde estávamos, eram os bares e boates ao redor da Stureplan. Segundo os guias, esse é melhor lugar para sair na cidade inteira, inclusive.

Fomos caminhando do albergue pela Kungsgatan até a Stureplan (praça Sture) e lá demos de cara com um barzinho muito legal, no meio da praça. Era como uma tenda, só que com cerquinhas de vidro, com luzes e aquecimento voltado para o lado de dentro, cheia de gente. O nome: Sturecompagniet (a tenda que só funciona no verão, não a boate a alguns passos dali).

O Diego, o Rafael e eu logo entramos na fila e conseguimos entrar - os outros dois ficaram se enrolando e quando tentaram entrar escutaram dos porteiros que estavam vestidos muito "esportivo". Detalhe: o Diego, que entrou conosco, estava com uma camisa do Grêmio!

O barzinho se revelou uma opção bem legal e foi por ali que ficamos umas boas horas, até por volta da 1h e pouco, quando fomos para a frente do Spy Bar, o lugar mais famoso da noite de Estocolmo até bem pouco tempo atrás (atualmente é o Opera Bar que ocupa esse posto).

Não tivemos que esperar nem dois minutos e os caras nos mandaram passar. Estávamos com sorte mesmo naquele dia. Entramos lá e felizes da vida já nos atracamos no barzinho para tomar uma cerveja. O lugar não estava tão cheio assim (acho que foi isso que facilitou, na verdade), mas estava bem legal.

Lá pelas 3 e meia da manhã, voltamos, com o céu já clareando de novo, como se pode ver na foto (olhe o relógio). Não é nenhum sol da meia-noite, mas é quse isso!
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Um comentário:

Stephanie disse...

Oi André, você pode me passar o nome do hostel que ficou em Estocolmo? :) Obrigada!