17/06/2008

Dias de descanso

Os dias que passei em Imola foram muito mais de descanso do que de turismo. Tenho poucas fotos na cidade, sendo a maioria dentro de casa mesmo, com meus parentes, inclusive por ocasião do aniversário da minha afilhada. Cheguei numa quinta-feira de noite. Passei a sexta-feira sem sequer tocar na minha máquina fotográfica, só ajudando nos preparativos do aniversário e botando a conversa em dia. No sábado, saímos todos juntos de manhã para comprar um presente para a Luísa e, à tarde, fizemos a festinha. No domingo, aproveitamos para conhecer um pouco da parte histórica da cidade, oportunidade em que saíram essas fotos que aparecem nesse post.

Como a maioria das cidades italianas do centro-norte do país, Imola tem um centro histórico bem preservado, quase sem nada moderno, com ruas estreitas e um aspecto "avermelhado". Ao redor do centro, prédios residenciais com cerca de uns 40 anos (período imediatamente posterior ao pós-guerra) dominam a paisagem. Existem também alguns pequenos centros comerciais e, mais longe, algumas fábricas e revendedoras.

O ponto mais interessante para ser conhecido é a Rocca Sforzesca, esse castelo com direito a ponte elevadiça e tudo que aparece na foto. Não há nada no interior dele, só as paredes restaram.

Não muito longe dali fica a Igreja Matriz da cidade, que é essa da foto abaixo. Nada de especial, mas muito mais do que se veria numa cidadezinha com tamanho semelhante no Brasil, por exemplo...Por mais incrível ou absurdo que possa parecer, acabei não entrando no autódromo, que é o motivo pelo qual a cidade é conhecida. Naquele final de semana, desde sexta, estava tudo com acesso restrito ao pessoal de apoio de uma competição que estava ocorrendo lá. Só meus tios conseguiram ir até o local da morte do Senna durante a semana, enquanto eu viajava para outros lugares.

Além daqueles primeiros dias, fiquei ainda em Imola na segunda à noite, depois de um passeio a San Marino, na sexta seguinte à noite, quando voltei da viagem a Roma e Firenze, e no domingo inteiro, último dia antes de ir para Milão, de onde pegaria meu vôo para o Brasil.

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