17/05/2008

Passeios em Praga: Karlovy Lazné

Hoje eu estava lembrando melhor de algumas coisas da minha viagem e, com relação especificamente a essa parte de Praga, percebi que, na verdade, foi logo na primeira noite que chegamos na cidade que saímos pela primeira vez. Na terceira noite, a de domingo, é que não fomos a lugar nenhum.

Era sexta-feira quando chegamos lá, naquele dia em que viemos de Munique. Depois de darmos umas voltas pela cidade, naquela parte ao redor da Staromestské námestí e da Ponte Carlos, logo descobrimos onde ficava exatamente o Karlovy Lázne, a famosa boate de 5 andares de que tanto se fala quando o assunto é Praga.

As opiniões a respeito vão de extremos como dizer que é a melhor boate que muitos já conheceram, a comentários de que é a maior armadilha para turistas.

Bom, fato é que, sabendo dos males ou dos bônus do lugar, todo mochileiro acaba dando uma passadinha por lá.
A localização não tem mistério nenhum, fica quase na beirada do rio, e quando se está na parte da Ponte Carlos que termina na Staré Mesto, consegue-se ver a boate.
O preço da entrada também é pequeno. Eram 120 coroas (12 reais) para entrar e lá dentro, a cerveja custa 30 coroas (3 reais) um copo de 300ml.
DICA: se não quer pagar mais, pague a quantia exata, senão o(a) atendente sempre diz, em menos de 1 segundo, que vai ficar com o troco como gorjeta e, antes que se tenha tempo de dizer alguma coisa, lá se vão 2 reais em gorjeta para dentro de um cofrinho.
Não tem como não saber se o movimento está ou não está bom: há câmeras do lado de dentro que mostram por telões, do lado de fora, como andam as coisas por lá. Não tem propaganda enganosa.
Cada um dos 5 andares é, na verdade, um ambiente diferente de música. Vai desde um ambiente hip hop, a outro mais variado (inclusive latino), com outro estilo anos 70/80, um bem pop e um só techno. Em alguns, tens uns sofazões estilo lounge.
Meu parecer: legal, vale a pena, dá para fazer uma festa boa, mas quando nós fomos o que mais tinha era galerinha nível high school americana (americanos mesmo) num grande grupo que, como a política do país deles, tratava de ser bem "espaçoso".

Um comentário:

Ricardo Pacheco disse...

No dia que eu fui tinha bastante gente bem nova e um dos ambientes estava fechado... o esquema de perder o troco aconteceu mesmo comigo e concordo com sua conclusão: vale a pena, mas não é nada fenomenal. Ficou com vontade de ir na "Lucerna", mas não fomos...